terça-feira, 24 de novembro de 2009

"Desmatamento de Florestas "


O desrespeito e a depredação da natureza provocam consequências desastrosas.
A destruição de florestas e o aquecimento global propiciam a propagação de doenças transmitidas por mosquitos, como a dengue e a malária.
Ao invadir florestas o homem entrou em contato com vírus que não conhecia, como o HIV da aids, que espalhou-se pelo mundo a partir da caça de chimpanzés na selva africana.

Na Europa, EUA e em várias partes do mundo, florestas foram devastadas em nome do próprio progresso, para dar lugar a plantações, pastos, cidades, indústrias, usinas, estradas, etc.

Campeão absoluto de biodiversidade terrestre, o Brasil reúne quase 12% de toda a vida natural do planeta. Concentra 55 mil espécies de plantas superiores (22% de todas as que existem no mundo), muitas delas endêmicas (só existem no país e em nenhum outro lugar); 524 espécies de mamíferos; mais de 3 mil espécies de peixes de água doce; entre 10 e 15 milhões de insetos (a grande maioria ainda por ser descrita); e mais de 70 espécies de psitacídeos: araras, papagaios e periquitos. (Conservation International)

Quatro dos biomas mais ricos do planeta estão no Brasil: Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia e Pantanal. Infelizmente, correm sérios riscos. A Mata Atlântica se desenvolve ao longo da costa brasileira, do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte. Ela guarda cerca de 7% de sua extensão original e o Cerrado possui apenas 20% de sua área ainda intocados. Estas duas áreas são consideradas hotspots, isto é, áreas prioritárias para conservação, de rica biodiversidade e ameaçada no mais alto grau. A implantação de corredores de biodiversidade é a principal estratégia empregada pela ONG CI-Brasil para direcionar as ações de conservação nos Hotspots e nas Grandes Regiões Naturais.
Nascentes de águas que abastecem vários estados brasileiros estão na Na Mata Atlântica.
O Cerrado abriga a mais rica savana do mundo, com grande biodiversidade, e recursos hídricos valiosos para o Brasil. Nas suas chapadas estão as nascentes dos principais rios das bacias Amazônica, do Prata e do São Francisco.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

"Desflorestação "

Desflorestação, desflorestamento ou desmatamento é o processo de desaparecimento de massas florestais, fundamentalmente causada pela atividade humana . A desflorestação é diretamente causado pela ação do homem sobre a natureza , principalmente devido à destruição de florestas para a obtenção de solo para cultivos agrícolas e pela extração da indústria madeireira.

Uma conseqüência da desflorestação é o desaparecimento de absorventes de dióxido de carbono, reduzindo-se a capacidade do meio ambiente em absorver as enormes quantidades deste causador do efeito estufa, e agravando o problema do aquecimento global.

Para tentar conter o avanço do aquecimento global diversos organismos internacionais propõem o reflorestamento, porém essa medida é apenas parcialmente aceita pelos ecologistas, pois estes acreditam que a recuperação da área desmatada não pode apenas levar em conta apenas à eliminação do gás carbônico, mas também a biodiversidade de toda a região.

O reflorestamento é, no melhor dos casos, um conjunto de árvores situadas segundo uma separação definida artificialmente, entre as quais surge uma vegetação herbácea ou arbustiva que não costuma parecer na floresta natural. No pior dos casos, se plantam árvores não nativas e que em certas ocasiões danificam o substrato , como ocorre em muitas plantações de pinheiro ou eucalipto.

"Ameaça ou aliado?

Para cumprir a missão do WWF-Brasil, que é contribuir para que a sociedade brasileira conserve a natureza, é imprescindível que se trabalhe com o setor agropecuário. Ele pode se tornar a principal ameaça para a conservação, ou o maior aliado.

Com a crescente demanda pelas commodities agrícolas no mercado nacional e internacional, a expansão contínua da área de cultivo nas Américas como um todo, especificamente no Brasil, sem uma estratégia que inclua as questões socioambientais, está levando a uma destruição de grande parte dos recursos naturais existentes.

Essa expansão, ao não considerar a perda dos recursos naturais em sua contabilidade, tem gerado constantemente fortes impactos negativos no meio ambiente, o que no futuro prejudicará também o próprio setor agropecuário. Com essa visão, o WWF-Brasil criou seu Programa de Agricultura e Meio Ambiente, que tem como objetivo principal “Fomentar o desenvolvimento de uma agricultura que priorize a conservação do meio ambiente, valorize as questões sociais e que seja economicamente viável”.

"Pensando no Planeta. Pensando no Futuro "


Esta seção visa a apresentar as principais linhas de ação do PROGRAMA AMBIENTAL FETRANSPOR, iniciado em 1997 com um projeto de eficiência energética, passando à gestão ambiental empresarial e à educação ambiental do setor, alcançando a inovação tecnológica do controle de emissões de poluentes locais (Material Particulado), a utilização de combustíveis alternativos, em especial o biodiesel, chegando, finalmente, às iniciativas de compensação ambiental quanto aos níveis de emissão de gases de efeito estufa.

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A eficiência energética do setor vem sendo aumentada através da atuação do PROGRAMA ECONOMIZAR, parceria da Fetranspor com Ministério de Minas e Energia, Ministério dos Transportes, Petrobras e Conpet. O programa alcançou uma eficiência energética média de 7,5 % de toda a frota operada pelo sistema Fetranspor, nestes 10 anos de operação. Essa eficiência equivale a aproximadamente 52 milhões de litros de diesel não queimados anualmente. Mais de 140 mil toneladas de CO2 têm deixado de ser emitidas a cada ano pelo programa de eficiência energética da Fetranspor.

A proposta da Fetranspor é, através de seu programa de combustíveis alternativos, passar a utilizar óleo diesel com 5% de biodiesel (B5) em toda a frota das empresas associadas, ainda no primeiro semestre de 2007. Isso significará a substituição de 32 milhões de litros de óleo diesel, o que evitará a emissão de 66 mil toneladas de CO2 por ano.

Aliado aos programas acima a Fetranspor pretende, também, iniciar com o seu PROGRAMA DE COMPENSAÇÃO AMBIENTAL, cuja meta é compensar 5% do total de gases de efeito estufa emitidos pelo setor. A compensação dar-se-á pelo reflorestamento (ou revegetação) de áreas de relevante interesse ecológico e significará a retirada, do ar de nossas cidades, de outras 86 mil toneladas de CO2 por ano.

Após a implementação dos programas citados, a Fetranspor lançará o seu Programa de Compensação Ambiental Compartilhado. A idéia é a adesão voluntária, pelos usuários do transporte público que desejarem participar da diminuição de emissão dos gases de feito estufa, gerados pelo translado físico e individual dos mesmos, da forma que se segue:

Atualmente, os 100 maiores clientes do vale-transporte eletrônico, o RIOCARD, respondem por 7,5% de todas as viagens de ônibus do Estado do Rio de Janeiro. A participação inicial voluntária, apenas destes 100 grandes clientes do transporte por ônibus, poderia significar a compensação ambiental de outras 140 mil toneladas de CO2 anualmente. Acreditamos no interesse crescente de grandes empresas clientes do RIOCARD no Estado do Rio de Janeiro em participar de um programa conjunto de mitigação dos efeitos adversos da emissão de gases poluentes, geradores e intensificadores do aquecimento global do Planeta.